É como se nada mais tivesse a importância que antes teve, e depois, descobre que tudo foi tão superficial, que tudo foi tão relevante, e acaba contentando-se em somente passar por “aquelas coisas” com um pouco de superioridade… Mas então por que sentir-se superior se no fundo, com a falta que sente não está completo? É tão hipócrita, e tão egocêntrico fazer dele a razão para tudo… Mas então não seria justo se ele mesmo é tudo o que considera necessário?
É, e como no final sempre “termina” do mesmo jeito, tenta-se então passar com toda a dignidade possível, e mesmo que no fundo essa dignidade se chame orgulho…
O amor não é digno de de sentir orgulho…
O amor fere, o amor dislacera, mas no final sai como se ele pudesse ser acobertado de tudo, só por ter amado…
Como se trocas fossem justas, mas nunca dois lados sairão satisfeitos, e mesmo que se tente é irracional.
O amor é talvez inevitável, mas se ele é inconsequente, talvez não seja capaz de amar reciprocamente, ou verdadeiramente.
 E que o amor seja sentido, só por quem tem capacidade de amar.