Práticas que eu antes julgava incertas, agora, fazem muito sentido. São apenas pessoas, instinto. Hipocrisia agora que “ver os lados” com ~experiência própria~ seja natural? Delimito-me a dizer que no ápice da mediocridade argumentativa humana, eu apenas mudei de opinião. E que apenas mudar seja considerado sair “ileso” com a dignidade nos pés, porém o orgulho na testa.
 A autocrítica não protege ninguém da realidade, pelo contrário, o expõe mais ainda aos julgamentos alheios. Com se um alterego o estivesse julgando, mas ainda assim, pode ser a posteridade. Seria como viver em sociedade consigo mesmo.
 Pensar, um passo para a ação.
 Talvez seja só pensamentos, e depois, só ações.
 Dê um fim ao “se”, a relatividade. Nada que não é para ser, acontece. Mas nem tudo que é para ser, acaba acontecendo.